No dia 19 de março de 2016, participei de um curso sobre intervenções psicopedagógicas para estudantes autistas com a Dra. Dayse Serra, na Puc Minas, unidade Coração Eucarístico em BH. Iniciou seus trabalhos dizendo da reformulação do DSM-5, pois existem falhas. Mas que seu trabalho é pautado pelo que o manual descreve. Usa a classificação dos estudantes descritas no manual: leve, moderado e severo ou grave. Acredita que a equipe técnica pedagógica da ESCOLA, é que avalia as necessidades educacionais especiais de cada estudante. Conscientiza que a escola deve avaliar os estudantes já no início do ano, para assim pode intervir. Mas o que avaliar? as habilidades, os comportamentos e as competências já adquiridas e as emergentes. Indica o PEP-R e as escalas CARS e a VINELAND,como instrumentos para avaliação e norteamento das intervenções. Todo avanço deve ser registrado e o que não foi adquirido também, para poder ser retomado. O currículo deve ser adaptado...
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