TEXTO DE MANUEL VAZQUEZ GIL Tenho sido recorrente neste assunto, mas é por uma boa causa: a experiência com diversas escolas deixou-me a certeza de que a boa inclusão passa pela compreensão do que é a figura do auxiliar especializado, que alguns chamam de monitor, outros de mediador e outros de estagiário. O nome certo está na Convenção sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência e na Lei 12.764/12: auxiliar especializado. Primeiro precisamos falar sobre competências: parece claro que, se o auxiliar é um funcionário da escola e servirá para auxiliar o professor, é da escola a decisão sobre a necessidade. Muitos professores não o pedem, e dão conta. Minha filha, por exemplo, é professora da rede municipal, e sempre dispensou o auxiliar, embora já tenha tido dois autistas numa turma. Os pais têm o direito de argumentar e de cobrar resultados, mas jamais de impor algo que é de gestão interna da escola. Depois precisamos conversar sobre a função em si. Imagine uma esco...
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