“É esta percepção do homem e da mulher como
seres “programados, mas para aprender”e, portanto, para ensinar,
para conhecer, para intervir, que me faz entender a prática
educativa como um exercício constante em favor da produção e do
desenvolvimento da autonomia de educadores e educandos. Como prática
estritamente humana jamais pude entender a educação como uma
experiência fria, sem alma, que os sentimentos e as emoções,os
desejos, os sonhos devessem ser reprimidos por uma espécie de
ditadura racionalista. Nem tampouco jamais compreendi a prática
educativa como uma experiência a que faltasse o rigor em que se gera
a necessária disciplina intelectual.”
Paulo Freire
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