Nessa parte do texto o autor descreve toda a trajetória da humanidade, desde o homem primitivo até o homem moderno. Sinaliza que muitas das características apresentadas por estes sujeitos para sobreviverem são características autísticas e necessárias.
Alerta para os efeitos da ego-distonia. Ego- distônico, o sujeito será autista para sempre.
Na sala de controle segue a trilha no reconhecimento da modificação adaptativa que a evolução preparou para que o Homem passasse de caçador solitário para guerreiro solitário, daí para operário solitário até chegar a digitador igualmente solitário. Chama a atenção para acontecimentos fortuitos provocados pelo progresso da ciência e da política que transformam o homem ideal em alguém dentro do espectro autista.
No decorrer do capítulo faz uma descrição detalhada do cérebro e da medula espinhal, onde esta instalado o sistema nervoso central, que é o centro nervoso de todas as nossas atividades.
Na sequencia, a nossa atenção fica focada, pois vai discorrer sobre o processo de fagocitação, onde há um recolhimento das células glias que fizeram apoptose e não foram removidas devido a qualidade deficiente dos fatores neurotróficos derivados da Glia (GNDF) e do cérebro (BNDF).

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